O combate à pedofilia no Brasil

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    O filme ''3096 dia de cativeiro'' de origem alemã e baseado em fatos reais, retrata a história de Natascha Kampusch, uma menina de apenas 10 anos que foi sequestrada por um desconhecido e mantida em cativeiro por 8 anos, quando então conseguiu fugir. Durante este tempo aprisionada, Natascha era tratada em condições desumanas e explorada sexualmente. Não é por acaso que a história do filme tem uma referência real. No Brasil o aumento de casos notificados contra abuso e exploração sexual é alarmante, entretanto existem ocorrências omitidas o que faz com que esse índice, na prática , seja ainda mais expressivo.
       A exploração sexual é um termo empregado para nomear práticas sexuais pelas quais o indivíduo obtém fins lucrativos. Ocorre principalmente como consequência da pobreza e violência doméstica, que faz crianças e adolescentes fugirem de seus lares e se refugiarem em locais que os exploram em troca de abrigo. Este ato ocorre com maior frequência em cidades do interior do estado, onde possui pouca fiscalização, propiciando assim, o intenso mercado sexual.
       A mídia brasileira informa diariamente sobre casos de estupro, em festas, sociais ou mesmo dentro de sua própria casa. Os abusos sexuais não são cometidos apenas por desconhecidos, em muitos casos, como diz um ditado popular ''O perigo mora ao lado'', o agressor pode ser desde um vizinho até um parente. A prática do estupro consiste na violação sexual sem o consentimento da vítima, a qual por falta de informação, e por medo, deixa de denunciar e contribuir para que a justiça seja feita.
       É notório, portanto, que a violência sexual no Brasil é agravante devido a fatores socioeconômicos e por falta de oportunidades. Diante disso vê-se que os poderes públicos devem investir na ampliação e qualificação do disque 100; realização de palestras em escolas mostrando a realidade do mundo da prostituição e o cumprimento do papel social da família, a fim de guiar seus filhos para o caminho digno.