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    Várias crianças e adolescentes sofrem ou já sofreram alguma forma de violação, seja ela física ou até mesmo sexual. Em alguns países, há uma cultura má empregada de não intervenção por parte dos indivíduos responsáveis pela manutenção da vida em sociedade. A mobilização de cada cidadão para denunciar e repreender essa forma de violência deve ser naturalizada.
    Em muitos casos de violência contra menores de idade, o problema está dentro da própria casa da vítima, já que, com o advento de novas tecnologias capazes de passar informações facilmente, é possível a comunicação com estranhos utilizando a internet como mediador. Sendo assim, é necessário uma atenção redobrada aos jovens que utilizam redes sociais buscando novas experiências, porque a gama de diferentes pessoas que utilizam esse mecanismo de entretenimento é muito grande. 
    Atrelado a isso, está o fato de que o governo não investe como deveria em projetos sociais que visam um melhor acompanhamento de menores que  sofreram uma dessas formas de violação, já que é importante manter a saúde mental dessas crianças e adolescente para que não cresçam adultos com problemas de socialização. Um catalisador para a degradação mental dos menores que passaram por uma dessas formas de violência é o fato que muito dos casos registrados o próprio agressor é um parente ou uma pessoa próxima, intensificando a importância do acompanhamento especializado para a recuperação desses menores.
    A agressão física e/ou sexual por parte de menores, portanto, precisa de uma maior atenção da sociedade para ajudar a combater esse mal que atinge vários países, inclusive o Brasil. Sendo assim, campanhas e projetos sociais devem ser realizados regularmente para a desconstrução dessa realidade que assola milhares de crianças e adolescentes por todo o mundo.