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    Muito se tem discutido, recentemente, a cerca da exploração sexual na sociedade contemporânea, tendo como principais vítimas crianças e adolescentes. Recentemente, dados apontam que o número de denúncias tem aumentado, pois a população tem adquirido um conhecimento maior desse crime, mas existem ainda vítimas que não foram descobertas e não sabem sequer como receber ajuda. Assim sendo, existem muitos planejamentos a serem adotados para transformar essa realidade.
        O caso de pedofilia ocorre menos com pessoas adultas, pois já existe o discernimento em suas mentes, e mesmo quando ocorrem,  quase sempre a denuncia vem de imediato. Já no caso de crianças e adolescentes torna-se mais dificultoso, por carregarem consigo uma inocência e não saberem o que acontece com seu corpo, e geralmente levam o abuso como brincadeira, diversas vezes por ser efetuada por um parente ou amigo próximo da família. 
        Por existir essa resistência por parte de crianças em contar o ocorrido, prolonga-se o tempo de descoberta do estupro e de quem é o agressor. E os pais ou responsáveis da vítima, geralmente notam seu comportamento e a partir donde passam a investigar a criança. E iniciam as suspeitas, perguntas, exames, o que geram um certo desconforto na vítima e a torna uma pessoa traumatizada e/ou perturbada.
        Portanto, faz-se necessária a participação na vida dos filhos ensinando os melhor sobre seu corpo e quem deve ou não tocá-lo e o que se pode fazer. E também um apoio maior de projetos educativos em escolas e da mídia onde visem trazer palestras, propagandas, documentários em que destaquem a importância em denunciar a agressão.