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    Na Grécia Antiga, relações sexuais com infantes estavam interligadas à iniciação sexual, magia, crença e medicina. Atualmente, no Brasil, sabe-se, porém, que essa prática afeta a saúde física e psicológica das vítimas. Dessa forma, como primeira medida, deve haver um amadurecimento da sociedade quanto à violência sexual infantil.
          A pedofilia, prática efetiva de atos sexuais com menores de idade, causa diversos prejuízos à saúde da vítima, desde problemas físicos, como lesões e insônia, até problemas psicológicos, como ansiedade e depressão. Sendo assim, é imprescindível que a criança, vítima de abuso sexual, receba o tratamento adequado, com vista a evitar traumas e outros problemas psicológicos futuros.
            Outrossim, o aumento no número de casos de violência sexual infantil, frequentes em ambiente familiar e com agressores do sexo masculino, é inegável no Brasil. Entretanto, muitos empecilhos dificultam a resolução do problema. Vítimas de violência sexual, por receber ameaças, por não reconhecer o abuso, ou por estarem envolvidas em casos intrafamiliares, por exemplo, se isolam e não denunciam o agressor.
           Portanto, tendo em vista que, de acordo com o Ministério da Saúde, os abusos sexuais lideram a lista de agressões contra crianças, atitudes devem ser tomadas para reverter o impasse. A Secretaria Nacional da Criança e do Adolescente deve promover, no âmbito escolar, reuniões com pais, alunos e ginecologistas, com vista a fornecer informações acerca da sexualidade e da importância do diálogo e da denúncia em casos de abusos sexuais. Além disso, meios de comunicação governamentais, como o programa "Hora do Brasil", deve ceder um horário para que sejam respondidas dúvidas frequentes sobre práticas de violência sexual, permitindo a participação do ouvinte.