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    O número de casos de violência contra crianças e adolescentes cresce de forma linear no Brasil. A prática tem-se intensificado e tornando-se gradativamente mais exposta. Dessa forma, esse problema precisa ser analisado e combatido de frente pelas autoridades, famílias e escolas.
                    O sistema de segurança no Brasil é falho. Como a violência é alta e existe uma enorme burocracia, os casos denunciados e julgados são pequenos. Além do mais, a probabilidade de algum policial presenciar qualquer crime é muito pequena. Dessa forma, criminosos ficam livres e mais pessoas se tornam vítimas das diferentes formas de hostilizações. Diante disso, é de substancial importância a implantação de unidades de policiamento em ruas, bairros e cidades para reverter esse quadro de crescimento linear.
                         Outro fator que colabora  com a situação é a ausência de uma educação sexual no sistema de ensino básico no país. Por consequência disso, os menores de 18 anos não reconhece quando é vítima de determinada ação que visa o seu assédio, pois o conhecimento acerca dos diversos comportamentos sexuais além de possibilitar ao indivíduo o  entendimento do seu corpo, dá a noção de combate aos abusos.
                        Torna-se evidente, portanto, que o combate à pedofilia deve ser intensificado.  Cabe a instituição escolar implementar em sua grade curricular, o ensino de educação sexual, objetivando a interação entre os jovens e a instrução  desses mediante ao combate do abuso.  Os pais devem conversar abertamente com os seus filhos como forma de conquistar a confiança deles, assim quando ocorrer  algum caso de petulância, as vítimas falam aos seus pais o que ocorreu para que a denúncia seja feita.