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    Pedofilia é uma doença, sendo encarada pela Organização Mundial de Saúde, OMS, como o transtorno da preferência sexual. O abuso sexual de crianças tem aumentado no decorrer dos anos, visto que cerca de cinquenta denúncias são recebidas diariamente com relação ao crime. Grande parte das agressões é promovida no âmbito familiar, com isso a participação de instituições, que representam a extensão do convívio familiar, é de fundamental importância. 
     A pedofilia não se figura como um fato recente, sendo está inserida em nosso meio social e, na maioria das vezes, acontece em meio ao doloroso silêncio. Grande parte das agressões é promovida por pessoas que são próximas das vítimas, ou que tenham o fácil contato com as crianças, como padrastos, tios, enteados e por meio das redes sociais. A participação e o diálogo familiar com a criança são essencialmente necessários e facilitam o combate e a divulgação do crime aos órgãos competentes, exercendo o repúdio imediato a esse delito. 
    Somado a isso, o combate a pedofilia é encarado como um problema que não se limita ao convívio familiar, se desdobrando as demais áreas da sociedade. A escola, instituição considerada a extensão do lar, ocupa umas dessas áreas e exerce um papel preponderante nesse conjunto, principalmente divulgando temas relacionados ao assunto e estimulando a denúncia contra as atitudes que violam a integridade física e mental da criança. A instrução ao comportamento social e moral da criança feita pela escola interferem diretamente e contribuem para a redução da pratica criminosa. 
    O combate ao crime citado inicialmente, a fim de conter o avanço de casos relacionados a pratica criminosa de pedofilia, deve torna-se efetivo, uma vez que o amenizar de ações significam diretamente negligenciar os crimes que estão ocorrendo. Sendo assim, desde que haja parceria entre governo, comunidade e família, será possível intensificar o combate ao delito, construído uma sociedade mais apta ao desenvolver das crianças.