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    A pedofilia no Brasil é algo que ocorre com certa frequência e preocupa a população. De acordo com o Ministério da Saúde, pelo menos 20 crianças de 0 a 9 anos são atendidas nos hospitais do SUS após terem sido violentadas sexualmente. Entretanto, a atenção para este caso não é tanta, visto que muitos desses abusos acontecem em casa, sem ou com o consentimento dos pais.
        Na Grécia Antiga, há relatos que apresentam como normal a prática sexual entre adultos e crianças. Recorrendo à atualidade, em alguns países islâmicos, o casamento entre adultos e crianças é legalizado, porque é uma homenagem ao Profeta Maomé que se casou com uma menina de 6 anos. Nessa cultura, isto é normal, mas para outros países, isto é preocupante.
         No Brasil, há uma forma diferente de pedofilia. Esta forma consiste em vulgarizar as crianças em meios tecnológicos, como em redes sociais, fazendo com que elas sejam alvos de pessoas com más intenções. Porém, o problema não está só ligado à tecnologia, porque de acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SISAN), na maioria dos casos o abuso acontece dentro de casa. Isto significa que a pedofilia, na maioria das vezes, é praticada por algum conhecido da família ou até mesmo alguém da família da criança.
          A violência sexual infantil pode ocasionar vários problemas psicológicos que serão levados pela criança em toda sua vida e pode até conduzi-la à prostituição. 
        Apesar de que a pedofilia seja muito conhecida no Brasil, não é tão discutida como deveria ser. Para que haja o combate contra este crime, é necessário que haja campanhas informativas para difundir canais de denúncias, como o Disque 100 e Delegacias da Criança e do Adolescente, e a monitoração contra pedofilia em redes sociais e sites pornográficos. Também é necessário que haja o apoio e segurança para as vítimas, pois isto pode traçar um caminho melhor para suas vidas.