O combate à pedofilia no Brasil

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    Desde que o mundo é mundo e as pessoas tiveram que conviver umas com as outras, sempre existiu e ainda existe incompatibilidades na forma de pensar, ser e agir. As crianças e adolescentes que não crescem num ambiente que exista o diálogo e a confiança podem cair em armadilhas que o mundo tecnológico as expõem. Nesse cenário, faz-se pertinente a análise de fatores que ainda contribuem para que jovens sejam vitimas da pedofilia. 
      Em uma primeira análise, é importante destacar que o que faz mal não é a internet e sim as pessoas, a tecnologia veio para facilitar a vida da sociedade em relação a comunicação, informação etc. O que acontece, é que existe no mundo, e isso, antes mesmo do advento a tecnologia, pessoas que usam da boa fé e até da ingenuidade para aliciar crianças e adolescentes, que fazem uso da internet sem o acompanhamento dos pais.
      Como consequência desse uso indiscriminado, mais jovens são seduzidos por alguém que na maioria das vezes se passa por crianças, e obtém informações que a própria criança passa para chantagear e/ou oferecer ofertas de empregos que não existem. Prova disso é um dado da OMS que onde aponta que 32% das vítimas sexuais, na sua grande maioria são meninas infanto-juvenil, foram aliciadas por pessoas que conheceram na internet e que elas compartilhavam informações pessoais, e rotinas do dia a dia. 
      É necessário, por tanto, que os pais tenham com seus filhos um relacionamento sincero e aberto, onde as crianças saibam que podem ser verdadeiras. Os pais também devem controlar e supervisionar o acesso a internet dessas crianças e jovens, deixando o computador num lugar de acesso visível. A escola também é importante no sentido de tratar abertamente sobre a sexualidade, e assim, desde do ensino fundamental as crianças entenderem como o seu corpo funciona, e saber quando um carinho passar a ser algo abusivo. Fazer valer até na internet o ditado de que: " Não se deve falar com estranhos".