O combate à pedofilia no Brasil

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    No que se refere à pedofilia no Brasil, é possível afirmar um impasse que persiste na sociedade. Isso se evidencia não apenas por uma perversão  de acordo com os critérios psicanalistas que mostra um descontrole sobre a sexualidade, mas também por numerosos casos de pedofilia descrito no dique denúncia.
     Segundo Thomas Hobbes, é preciso estabelecer um contrato social em que o Governo garanta segurança do povo e iniba o convívio caótico. Desse modo, incluindo todo tipo de abuso sexual, o crime é cometido por desconhecido e por caso que o agressor é conhecido da família. O pedófilo segundo a psicologia, utiliza uma tática de aproximação que torna a criança mais propensa, criando laços sociais, utilizando desse meio uma oportunidade para cometer tal crime. Denominada consequências  são incalculáveis para saúde mental e física, as ameaças omitidas pelo agressor causam medo e efetua no silenciamento da vítima dificultando o desenvolvimento do impasse.
     Todavia, cerca de 320 crianças são exploradas sexualmente todos os dias, a maioria delas tem de 7 a 14 anos, de acordo com o disque denuncia. Apesar da classificação do crime hediondo e das criações das leis específicas, apenas 7 de cada 100 casos são denunciados. É irrefutável que o crime acontece com meninas e meninos, demostrando ser um problemas que atinge a infância de muitas vítimas destruindo o respeito e os direitos humanos. 
     Com intuito em relação em relação a pedofilia no Brasil, cabe uma participação midiática elaborar programas socioeducativo, propondo como objetivo demostrar às crianças e adolescentes as devidas atitudes como reagir perante um situação de exorbitância. Segundo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Assim sendo, o MEC instituirá nas escolas palestras ministradas por psicólogos, que discutam o combate à violência sexual contra crianças e divulguem as formas de denunciar tais abusos, com o fito de conscientizar as futuras gerações.