Materiais:



A beleza das diferenças No Renascimento Cultural dos séculos XIII, XIV e XV foi adotado um padrão de beleza no qual todos os artistas se inspiraram, como exemplo a obra " Davi", de Michelangelo que mostra um homem nu, musculoso e sem pelos. Hodiernamente, o culto à padronização corporal no Brasil ainda persiste devido a grande influência da mídia na sociedade, no entanto, prejudica a sociedade gerando distúrbios emocionais e alienação. Em princípio, é fato que a mídia influencia a sociedade e faz com que ela absorva os padrões de beleza. Os filósofos da escola de Frankfurt Max Horkheimer e Theodor Adorno alertaram sobre o controle da mídia na sociedade e sua capacidade de tornar a cultura um produto. Diante disso, pode-se verificar que as propagandas, novelas e filmes propagados nos meios de comunicação de massa influenciam os indivíduos a seguirem um determinado padrão, deixando-os alienados em relação aos outros tipos de corpos e a beleza que eles possuem. Além disso, a excessiva influência da mídia nos padrões de beleza gera distúrbios emocionais. Diante da pressão que os meios de comunicação fazem para os indivíduos serem o que não são, eles acabam desenvolvendo doenças como depressão, bulimia e anorexia por se enxergarem como inferiores e sempre estarem submissos a um molde. Portanto, é mister que medidas sejam tomadas para resolver o impasse. O Congresso Nacional deve criar leis para proibir a exposição de padrões nas mídias, com a ajuda do Ministério da Ciência, por meio de algoritmos que bloqueiem postagens desse tipo, para que, dessa forma, a sociedade possa se libertar do culto a padronização corporal presente desde o Renascimento na sociedade, admitindo que a beleza está nos detalhes diferentes de cada indivíduo.