O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil.

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    A Roma Antiga, em meados do século VIII, representaram momentos importantes no qual foi notório a luta pela ampliação da cidadania. Entretanto, essa analogia nos permite observar que, no Brasil, os direitos básicos para todos ainda é um problema e o número grande de pobreza.
        A princípio, é evidente que nessa sociedade contemporânea surgiram novas formas das pessoas se adaptarem quando está desempregado e montam seu próprio negócio porém, nem todo mundo tem condições financeiras de montar um negócio. De acordo com o site G1 cerca de 50 milhões de Brasileiro , o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza. 
       Além disso, é imprescindível pontuar, que no Brasil o atendimento em hospitais públicos e o saneamento básico não é para todos por negligência dos governos. Nesta perspectiva, considera-se que, segundo na visão do sociólogo e iluminista, John Locke, o estado deve garantir os direitos naturais e inalienáveis do homem. Logo, é lamentável, que em um país representante de uma política em defesa dos direitos humanos possua a irresponsabilidade de assegurar a integridade de uma nação.
         Entende-se , portanto, que é necessário que a população entenda que a pobreza no Brasil tem um número expressivo. Nesse contexto, cabe o governo Federal, somando com o Ministério do desenvolvimento social, promova projetos de empreendedorismo em parceira com empresa privadas. Ademais, os governos locais dê assistência as pessoas com rendas mais baixas e saneamento básico nas regiões mais precárias.