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    A Globalização, é um fenômeno multilateral com dimensões econômicas e sociais, no qual visa a integração de diversas nações. Todavia, esse evento mostra de maneira explícita a divergência entre a riqueza e a pobreza. A partir disso, de maneira semelhante, vê-se a necessidade, hoje, de discutir no Brasil sobre os impactos positivos que o empreendedorismo pode causar, ao combater à pobreza. Nesse sentido cabe analisar problemáticas como a desigualdade social presente na sociedade e a ineficiência estatal, em busca de soluções eficientes para findar essa óbice. 
      Em primeiro plano, é ideal esclarecer que o combate à pobreza é uma questão política de direitos e deveres, e também é um processo resultante de injustiça social e de falta de condições de auto-sustentabilidade. Segundo uma pesquisa feita pela Carta Capital, mais de 40% dos moradores da periferia sonham em ter seu próprio negócio. Em suma, o empreender é uma possibilidade para uma vida melhor, e um evento que pode reduzir a desigualdade social.
      Ainda sob essa perspectiva, interessa lembrar que é necessário obter ajuda para emancipar-se, pois os moradores da periferia não possuem condições suficientes para abrir um negócio social. Ademais, por esse fator é importante o apoio do Governo, que infelizmente cobra altas taxas de juros aos empreendedores. Em síntese, a ineficiência estatal nessa questão, faz com que as pessoas visem abrir algo que irá gerar lucro.
      Portanto, é de extrema importância intervir na questão sobre a forma que o empreendedorismo social é eficaz no combate à pobreza. Dessa forma, é necessário que o MEC (Ministério da Educação e Cultura), e empreendedores, realizem eventos sociais em escolas públicas e privadas, como palestras, a fim de debater com o público jovem os impactos positivos que o empreendedorismo social causa na sociedade. Para que, esses estudantes sejam influenciados de maneira benéfica à ajudar o próximo.