O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil.

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    Em 1956, Juscelino Kubistchek assumiu a presidência do Brasil e, com seu "plano de metas", permitiu que grandes empresas, como a Ford, se estabelecessem aqui. Entretanto, apesar de ter sido um avanço para economia da época, muitos problemas atuais, entre eles a desigualdade social, são oriundos dessa desvalorização do comércio nacional. Em virtude a isso, cabe analisar mais profundamente a questão relacionada à pobreza no Brasil.
           Em análise primária, vale ressaltar que o capitalismo, desde o século XVI, ganha força e, assim, controla o comércio mundial com o seu único objetivo: o lucro. Como exemplo dessa dominação, os logotipos das grandes multinacionais, como o Google e a Coca-Cola, são reconhecidos por um vultoso contingente de pessoas em diversas partes do mundo. Com isso, é notório que o vigente sistema econômico está presente em diversos países, sendo um deles o Brasil. Entretanto, como afirmou o físico Albert Einstein, a verdadeira fonte de todos os males da humanidade é o capitalismo. Com isso, é possível estabelecer uma ligação entre esse sistema e os índices de pobreza no país, que atingem 20% da população brasileira atual, segundo o Banco Mundial.
             Ademais, outro empecilho corroborador da desigualdade social no país é o desemprego. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a taxa de brasileiros sem emprego, em 2018, foi de 12,5%. Fato este pode ser explicado pela desvalorização dos pequenos empresários, como os feirantes, que enfrentam dificuldades em competir o mercado com as multinacionais e não conseguem manter seu negócio, o que leva ao fechamento de sua empresa e desvaloriza o comércio local. Desse modo, muitas pessoas perdem seu emprego e não conseguem sustentar a si próprio e nem sua família, o que ocasiona um ciclo vicioso de fome e miséria.
                 Diante dos fatos supracitados, portanto, é evidente que medidas sejam providenciadas para a erradicação do grave problema no Brasil. Com o intuito de valorizar o pequeno empreendedor e estabelecer uma boa economia nacional, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento deve proporcionar ações semanais que contribuam com a venda de seus produtos, como a realização de feiras (alimentares e artesanais, por exemplo) em praças pública de todo o país. Além disso, com o mesmo objetivo, o próprio consumidor, na compra de qualquer mercadoria, deve dar preferência por produtos de empresas nacionais. Somente assim, o Brasil será menos desigual em questões tanto econômicas quanto sociais.