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    O eterno privilégio aos privilegiados
          Durante toda a história do Brasil, houve o prestígio dos grandes proprietários de terras e dos empresários mais ricos, o que aumentou a desigualdade social. Entretanto, hodiernamente os projetos sociais buscam combater a pobreza por meio do empreendedorismo difundido na sociedade. Diante dessa perspectiva, é possível destacar a os malefícios causados pelo pauperismo da população, além da funcionalidade de Organizações não governamentais (ONGs) no Brasil.
          Nesse contexto, de acordo com a teoria da Anomia Social, do sociólogo Durkheim, a sociedade encontra-se em estado patológico, a partir do momento em que suas instituições não funcionam como um reguladoras do bem estar social. Dessa maneira, observa-se o despreparo do Governo no controle da pobreza no país, uma vez que suas instituições não garantem dignidade na vida da população, que além de sofrer com a falta qualidade de vida não encontra muitos recursos para sair da situação precária em que vive. Por conseguinte, a falta do planejamento governamental é um agravante na pobreza do país, que se vê sem perspectiva de mudança social.
          As ONGs são organizações que buscam desenvolver projetos ambientais, humanitários e sociais no intuito de resolver problemas causados pela exploração dos recursos naturais e pelo subdesenvolvimento em todo o mundo. Esses empreendimentos filantrópicos, buscam recursos com patrocinadores e até mesmo doações de terceiros, para que seja possível melhorar a situação de diversos povos que sofrem com a falta de garantia de seus direitos por parte dos governos locais, como por exemplo, a população africana que sofre com a fome em seu território. Logo, verifica-se a importância dessas empresas em assegurar melhores condições de vida para pessoas que não tem esse direito dado por seus governantes.
          Destarte medidas públicas são necessárias para aumentar a luta contra a pobreza na sociedade brasileira, com o advento do empreendedorismo social. Portanto, cabe ao Ministério da Fazenda a promoção de empresas que contribuam para minorar a miséria, por meio de investimentos financeiros, para que assim tais companhias possam ajudar o padrão de vida dos brasileiros. Ademais, compete às ONGs a disseminação de projetos sociais em locais carentes, por intermédio da distribuição de alimentos e até mesmo apresentação de espetáculos culturais, no intuito de proporcionar maior dignidade às pessoas em situações precárias. A partir dessas medidas, será possível promover socialmente as pessoas, e assim findar a prática brasileira de privilegiar os que já são privilegiados.