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    Injustiças no empreendedorismo Brasileiro
        Ao longo da história, o proletariado sempre ficou de lado quando o assunto é investimento. O sonho de ter o próprio negócio é distante o suficiente para que a maioria das pessoas nem se arrisque, consequentemente, as grandes corporações detêm todo o poder de mercado.
       Os motivos para isso são vários, dentre eles as dificuldades em conseguir crédito, que segundo a pesquisa do Portal da Indústria, é causada principalmente pelas altas taxas de juros e exigências de garantias reais. A política de empréstimos tende a ser abusiva pois é muito burocrática, assim, poucas pessoas pode emprestar dinheiro legalmente.
         Além do mais, a alta carga tributária do Brasil causa a falência de muitas empresas pequenas que estão tentando se consolidar no mercado, limitando o controle de vendas a gigantes corporações em diversas áreas. Segundo a pesquisa do Banco Mundial, em 2017, o Brasil ocupa a colocação 125 em um total de 190 países entre os melhores para se abrir um negócio.
        Por tanto, ajustes são necessários para tornar o mercado mais receptível a negócios em ascensão. Os empréstimos e taxas tributárias podem se tornar facilmente mais justos, mas isso depende que o Senado e a Câmara dos Deputados proponham diminuição dos valores cobrados. Além disso, pessoas com CNPJ e baixa renda poderiam contribuir ainda menos em taxas como IPTU e mensalidades básicas (contas de água e energia, além de necessidades indispensáveis para seu negócio). A diminuição de buracracias para o empréstimo se faz essencial para que os juros decresçam, visto que, um mercado aberto gera oferta para todas as demandas.