O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil.

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    O Índice de Gini é utilizado como parâmetro da desigualdade social dos países, quanto mais próximo de 1 menor é essa dissiparidade, porém, no Brasil, cujo índice é 0.5, nota-se a extrema segregação entre pobres e ricos. Nesse viés, o empreendedorismo social torna-se um importante mecanismo no combate à problemática da pobreza, necessitando-se, portanto, de políticas de incentivo que, hoje, são insuficientes.
      Em primeira análise, pontua-se que, atualmente, a sociedade brasileira possui cerca de 13 milhões de desempregados, de acordo com o site G1. Sob essa ótica, o trabalho autonômo tem sido uma alternativa de empreendedorismo, no fito de minimizar a crise empregatícia e suas mazelas como o crescimento da pobreza, por exemplo. No entanto, a falta de investimento estatal ainda é um empecilho para quem busca melhores condições sociais, haja vista os altos impostos e dificuldades na aquisição de crédito financeiro para trabalhadores autonômos. Sendo assim, o ciclo vicioso da pobreza permanece constante e sem perspectivas de mudança.
      Além disso, vale ressaltar que outras formas empreendedoras e fundamentais no combate à pobreza são as Organizações não Governamentais (ONGs), pois, nutridas de verbas doadas, distribuem  os mais variados recursos às camadas socioeconômicas menos favorecidas. Entretanto, a falta de visibilidade midiática impossibilita a manutenção de muitas ONGs que, por falta de doações, inclusive, chegam a falência. Logo, 15 milhões de brasileiros, que estão abaixo da linha de pobreza, de acordo com o site G1, são prejudicados com falta dessas instituições.
       Diante dos fatos supracitados, é necessário que a União, junto ao Ministério da Educação, por meio financeiro do Produto Interno Bruto, crie a disciplina obrigatória de ''Empreendedorismo Social'' em todas as instituições de ensino médio do país. Posto isso, economistas e sociólogos abordarão a importância do empreendimento e formas de inseri-lo, benéficamente, no âmbito social. Assim, com o aprimoramento educacional sobre a questão, a evolução do Índice de Gini será uma realidade no país.