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    Capitalismo para todos
    
          Ao analisar a situação social no mundo, uma questão que merece destaque é a pobreza e desigualdade, que ainda tem força em muitos países, seja de 1° ou 3° mundo. Na tentativa de sanar essa problemática, existem algumas ideias que vêm sendo estudadas pela ONU (Organização das Nações Unidas) e outros órgãos mundiais, entre as quais tem ganhado notoriedade o chamado microcrédito. Sobretudo no Brasil, essa prática está se popularizando entre pequenas e grandes empresas.
          Em primeiro lugar, é interessante apresentar a proposta central desta atividade. O empreendedorismo social consiste na concessão de empréstimos que auxiliam na estabilização financeira de muitas pessoas que não teriam outra oportunidade. Apesar de parecer falácia, muitos grupos tem apresentado crescimento social com a ajuda desse método, segundo reportagem do jornal "O Globo".
    
          Porém, é evidente que os créditos, como tudo no mercado financeiro, são arriscados em certa medida e têm também seus pontos negativos. Em pesquisa realizada pelo Portal da Indústria a 80 empresas, as altas taxas de juros, burocracia e prazos curtos foram alguns dos itens apontados como dificuldades no processo social-empreendedor.
    
          Ainda assim, as vantagens de fazer negócio podem falar mais alto, tanto social como economicamente, já que beneficiam ambos os lados.
    
          Finalmente, maior apoio burocrático-financeiro do governo brasileiro para com as empresas é imprescindível no sustento do empreendedorismo social. Dessa forma, a isenção de taxas de impostos pode ser o primeiro incentivo a essa iniciativa. Considerando os benefícios causados às classes mais baixas e tendo em mente o combate à pobreza, tornar os créditos acessíveis é um grande passo na direção de uma sociedade mais homogênea e justa.