O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil.

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    No cenário econômico em que se encontra o país, é verificável que toda a população adere à uma parcela de consequência e prejuízo, que é inevitável. Graças aos avanços progressivos que ainda ocorrem gradativamente, é possível encontrar formas de estabelecer um ponto de partida. 
    Visto a situação da massa do Brasil, que ainda se encontra em estado de pobreza, não é difícil imaginar que muitos cometem erros ao se precipitarem nessa maneira de estabelecer-se, ocorre o abuso dos créditos e o risco de dívidas se torna maior, o que piora a situação. 
    Assim como em tudo, no Brasil, ninguém tem o mesmo ponto de partida, visto que a desigualdade ainda é uma ferida em processo de cicatrização. A massa mais pobre, sempre terá mais dificuldades de encontrar sua saída, a maioria se garante com artesanatos e criatividades que surgem de dentro de casa, onde existe certa limitação. Quem tem melhores condições, tem mais chances de procurar cursos e formações que auxiliem nesse âmbito profissional.
    Contudo, temos exemplos fenomenais de pessoas que não estavam no melhor cenário de suas vidas e que conseguiram de alguma forma dar a volta por cima. Um deles, é o criador do KFC, que começou vendendo seu frango de porta em porta, como uma receita de família, já aos 62 anos de idade. Hoje, a empresa é uma multinacional de sucesso. É preciso entender que é papel do governo auxiliar aqueles que possuem condições ruins, e dar a eles a chance que precisam para construirem seu futuro, com o máximo de igualdade possível, afinal... hoje em dia tudo é baseado em ideias e criatividade.