O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil.

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    No decorrer da Guerra fria, o primeiro bloco econômico Benelux, surgiu com objetivo de ajudar os países-membros a se recuperarem da guerra, através de investimentos e acordos. Paralelamente pode-se inferir o empreendedorismo social, haja vista que aflora como uma alternativa emergente em busca de ações e resultados coletivos, de emancipação social e desenvolvimento humano. No entanto, esta evolução do capitalismo tradicional em ascensão passa por transtornos a medida que o Estado não fornece auxílio e cobra altas taxas, contribuindo para a diminuição de investidores. Com efeito, evidencia-se a necessidade de promover melhorias no sistema legislativo. 
          No que se refere à problemática em questão, pode-se tomar como primeiro ponto ressaltar o Estado. Este apresenta, uma fase de crise econômica e alta inflação. Tal deficiência contribui para que  o foco do empreendedorismo, como os problemas que atingem a sociedade e suas soluções fique cada vez mais distante de se tornar algo comum, por conta do alto custo ou pelos vários empecilhos encontrados na hora de solicitar créditos. Isso coopera com a desigualdade social e o modo precário de vida em alguns lugares.
          Segundo o empreendedor e engenheiro americano Henry Ford, “Negócios que crescem pelo desenvolvimento e melhora não morrem.” Isto é, os investidores necessitam criar esta mentalidade e assim como o Estado parar de querer o retorno imediato, logo o progresso social irá tomar rumo e começará evoluir e como a fala dele retrata, mediante ao bem não morre, pois sempre haverá causas maiores para se aplicar capital. Dessa forma usaria o capitalismo em prol da prosperidade e beneficiando a todos. 
          Em suma, o empreendedorismo tem como finalidade produzir bens e serviços que beneficiem a sociedade, assim sendo determinante para o aperfeiçoamento das conjunturas sociais. Portanto, é imperativo que o Estado juntamente ao Poder Legislativo e aos Ministérios do Desenvolvimento e Economia proporcione incetivos e concessões, por meio de publicidade e acordos econômicos, de tal forma que reduza as despesas, inflações e juros, a fim de atrair novos empreendedores e fornecendo uma maior facilidade e infraestrutura. Por conseguinte, a harmonia entre a iniciativa pública e privada será alcançada.