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    Todos sabem que, em nosso país, há tempos, observa-se a falta de justiça, igualdade e liberdade na sociedade. Para tentar mudar isso, houve a promulgação da Constituição de 1988 que visa melhorias sociais para o povo. O empreendimento social vem com a finalidade de aliviar a pobreza no Brasil, porém há resistências na parte Estatal.
          Segundo o filósofo francês Jean Rousseau, a desigualdade social deve ser abolida  pois impossibilita o pleno exercício da liberdade. Com o ideal que a Constituição propôs, o esperado era um bem-estar e uma boa condição de vida. Contudo, o Estado não dá o suporte necessário para a evolução dos desfavorecidos lutarem para a ultrapassagem das desigualdades.
          É fato que existem alguns empreendedores que são totalmente individualistas. Com a chegada do capitalismo, eles só pensam em lucros, sem se importar em como poderiam ajudar os mais necessitados. Como disse o sociólogo Zygmunt Bauman, os seres humanos possuem como único fim a si próprio agindo de forma indiferente com o sofrimento do próximo.
    
          Em virtude dos fatos mencionados, o Estado como forma de ajudar toda a população a crescer e tornar o País mais desenvolvido, deveria abrir portas para eles. Através de empréstimos, as pessoas poderiam abrir seus negócios, obter uma boa renda e pagar aos poucos para o responsável.