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    No limiar dos anos que se passaram é observado o empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil, o conceito de empreender está bastante escasso, uma vez que, somados as dificuldades enfrentadas pelo país e a falta de iniciativa governamental, resultam na falta de empreendedores e assim, contribuem para o aumento da pobreza no Brasil. 
    Segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae, 16% dos pesquisados afirmam que possuem receio de começar um negócio por consequência da situação enfrentada pelo país, que detém de um alto índice de impostos tarifados em cima das mercadorias. Além disso, conclui-se que dentro dos diversos fatores que influenciam um indivíduo a não empreender, destaca-se o monopólio de grandes empresas.
     Por parte governamental se é esperado a educação de qualidade, para que assim seja possível a ascensão social, bem como melhorar os auxílios moradia e família, distribuição de cestas básicas, diminuição dos impostos e certamente, melhorar a situação trabalhista, que encontra-se mais de 13 milhões de pessoas desempregadas no país.
     A par do que foi apresentado, cabe uma reflexão acerca de medidas capazes de implantar um empreendedorismo eficiente e renovador no Brasil. No tocante a isso, é dever do poder legislativo, visto que esse é o órgão responsável por elaborar normas e instituir regras, propor a inclusão da disciplina do empreendedorismo no currículo educacional comum, principalmente suas modalidades sociais. Isso pode ser feito por meio da deliberação em assembleias de modelos que atualmente geram frutos em países como Finlândia e Inglaterra. Tudo com o objetivo de conferir aos jovens o espírito autônomo, enquanto possibilita o fortalecimento de uma cultura transformadora de inclusão e participação.