O impacto dos blocos econômicos no comércio de seus integrantes.

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    No século XX após a Segunda Guerra Mundial, os países europeus decidiram criar uma comunidade para gerenciar as riquezas minerais da Europa, o que ficou conhecido como plano Schuman. Caracterizada também como um projeto de paz e de caráter utópico, atualmente as relações comerciais por causa do capitalismo mundial são muito mais proeminentes. Assim, com a união em blocos econômicos, o comércio dos integrantes está intimamente correlacionado. o que pode acarretar déficits em alguns casos e ao mesmo tempo dificuldade em romper essas complexas relações econômicas, como ocorre com o Reino Unido. 
        O Nafta é formado por países de primeiro mundo e pelo México, que ainda se encontra em desenvolvimento. Tal relação pode parecer benéfica para todos os integrantes, mas no entanto, o fato de os Estados Unidos e o Canadá exportarem muito maquinário, faz com que o México tenha que vender um número muito superior de commodities para não ficar com a balança deficitária, o que é muito difícil. Assim, essa relação aumenta o capital de quem já o possui e dificulta o desenvolvimento mexicano, uma vez que gera dependência de tecnologias estrangeiras e a não preocupação em evoluir os aspectos tecnológicos internos. 
        Sob outro viés, no ano de 2016 o Reino Unido fez o anúncio mundial da pretensão de deixar a União Européia por causa de gastos e pela crescente imigração. Contudo, após três anos a decisão final ainda é analisada pelo parlamento inglês, pois, após décadas de comunidade, há aspectos jurídicos e principalmente econômicos que desestabilizariam o comércio mundial. Pois, com a extinção de tarifas alfandegárias, o mercado consumidor europeu é mais forte, e de acordo com o Jornal O Globo, ele é o principal responsável pela exportação alimentícia na Europa, o que acarretaria drásticas mudanças na rede comercial mundial. 
        Portanto, é de suma importância que medidas sejam aplicadas para que o desenvolvimento interno individual de cada membro seja estimulado. Logo, cabe as autoridades dessas associações, uma maior preocupação com o desenvolvimento interno da nação em conjunto com outros membros, ou seja, um apoio de crescimento, como o Nafta, que poderia à longo prazo auxiliar o crescimento da economia mexicana, aumentando as cotas de importação para o país.