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    Em meados do século XX, houve uma grande transformação na forma de aquisição e de produção. O modelo toyotista proporcionou diversificações nos produtos, adequando-se aos gostos de cada país. No entanto, tem acarretado mudanças no modo de vida da sociedade brasileira, que se deixa influenciar excessivamente pela mídia tendo uma necessidade de obter cada item exposto. Logo, a inobservância tem causado acúmulo de lixo.
             Mormente, é notório o crescimento acelerado populacional. Segundo o relatório do Planeta Vivo, a população mundial já consome 30% a mais do que o planeta consegue repor. De modo geral, a mídia é um fator fundamental para que haja melhor desempenho econômico no mercado, apresentando diversidades e melhores opções. Porém, quando há uma compulsão de compras sem utilidade gera descartes. Marca fundamental da sociedade.
            Outrossim, a concentração de resíduos sólidos nos lixões públicos tem trazido malefícios para a natureza, pois libera uma substancia líquida, o chorume, que é resultado do processo de putrefação de matérias orgânicas podendo atingir os lençóis freáticos, rios e córregos levando a contaminação para esses recursos hídricos. Ainda cima, o acúmulo cria, em consequência, vetores de doenças, uma vez que, ratos, moscas, mosquitos entre outros encontram-se nesses ambientes provocando leptospirose, diarreia e dengue.   
                 Portanto, medidas são necessária para solucionar esse impasse. Desse modo, é necessário que o governo, subsidiado pelo capital público invista na educação ambiental nas escolas, através de coletas entre os alunos, palestras acompanhados por psicólogos(as) da alfabetização ao ensino médio. Ensinando aos educandos a observar o que futuramente vai comprar, para que não haja descartes desnecessários. Assim, melhorando a vida no planeta.