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    Na primeira Revolução Industrial, crianças trabalhavam em fábricas, afim de contribuir com a renda familiar. No entanto no Brasil ainda é decorrente esse fator e o papel das startups de educação no Brasil vai aumentar ainda mais a desigualdade de escolaridade e o difícil acesso a educação.
     O IBGE, divulgou uma pesquisa que a educação é favorável para os jovens o qual os pais possuem nível superior. Nesse sentido a desigualdade de escolaridade é frequente, pois não há uma política pública na educação no mesmo nível que o privado e as startups favorecem pessoas com um poder aquisitivo melhor, excluindo as populações de baixa renda. 
     Por conseguinte a tecnologia dificulta o acesso a educação, já que não são todos que possuem meios para utilizarem e integrarem na modernização tecnológica. Segundo as ideias de Paulo Freire, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco muda. Desse modo é inviável empresas privatizadas trazerem inovações educacionais, uma vez que é necessário fazer uma transformação no ensino com o objetivo de melhoria especialmente para a juventude que não tem condições financeiras. 
     Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que as startups com parceria ao Ministério da Educação promova projetos de tecnologia, infraestrutura e qualidade de ensino. De modo que forneçam computadores, tablets nas escolas e ampliando a didática técnica e profissional, para que os alunos tenham serviços tecnológicos. A fim de não existir desigualdade e todos terem um ensinamento digno.