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    Desde o início da manipulação de máquinas que visavam a produção manufatureira, as sucessivas revoluções industriais exploram variadas oportunidades de recursos a fim da melhor produtividade, ganho de escala e melhoria de processo. Os avanços tecnológicos se dão, e ao que parece, a quarta revolução traz consigo além da atuação robótica, microchips e nanotecnologias; mas a intensificação da informação, como meio de desenvolvimento maciço e intensificado. Neste ínterim, o papel das startups no Brasil, constrói a obtenção da informação, pautada em facilidade de acesso, gratuidade de experimentação e principalmente a ascensão da alcunha informativa e de livre escolha. Deste princípio, regular a qualidade da educação ofertada e garantir o acesso indiscriminado por todos, é primordial. 
    Outrossim, Nelson Mandela salienta a importância da educação e seu poder enquanto ferramenta de mudanças no mundo. Tal exposição, sinérgica a Jurgem Habermas, representante da segunda fase da Escola de Frankfurt, intervém sobre ótica dos meios de informação e comunicação, bem como o usufruto da tecnologia inerente no tocante a democratização do conhecimento. Quando compreendido o papel das startups no emprego da educação brasileira, vê-se a chegada do conhecimento em áreas anteriormente não atendidas; quer seja por sua solução no que tange o oferecimento em rede, ou ainda a aplicação de soluções inovadoras do ponto de vista educacional. 
     Ademais, cabe empreender nesta percepção a alegoria clássica, no que sintetiza a busca, obtenção e disseminação do conhecimento, traduzidos em face da alegoria da caverna de Platão, ao romper com a percepção do indivíduo e o advento de seu desvencilhamento, saída do ambiente de presunção, descoberta do mundo tangível e seu regresso, a fim da propagação de dado imperativo conhecimento. A possibilidade da repercussão da educação tem raízes profundas e continuo preceptor de equidade social; evidenciado através das 364 edtechs, mapeadas pela Associação Brasileira de Startups. 
    Portanto, notar a importância e necessidade de intensificar a educação é fator imprescindível. Neste sentido, a atuação do Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, deve agir no abalizamento da educação e informação por startups desse viés, garantindo a preservação na qualidade de transmissão e na regulação deste setor; a partir de critérios que atendam e garantam sua propagação e alcance; suscitando a contrapartida social, de forma a prover investimentos em tais iniciativas privadas, preservando a gratuidade e o atendimento em larga escala. Isso se fará por meio de unidades escolares do estado e município, na criação de programas de complemento informativo para ascensão da educação técnica e profissional. Dada atuação tem por finalidade a agregação educacional, o desenvolvimento socioeducativo e a não alienação.