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    Compreende-se como “Startups” empresas de potencial emergente, escaláveis e que utilizam de artifícios tecnológicos para ampliar seu desenvolvimento. Prova disso, tem-se organizações como a Uber, Ifood e Yellow, respectivamente, aplicativos para transporte automotor, entrega de alimentos e modal urbano não poluente. Nesse cenário contemporâneo de inovação, infere-se a elas a capacidade de gerar meios alternativos de deslocamento que podem ou não contribuir para sustentabilidade. Nesse ínterim, faz-se mister analisar sua importância e seus impactos na mobilidade das cidades brasileiras.       Primeiramente, é evidente que o surgimento de alternativas para o transporte urbano se tornou nos últimos anos uma necessidade. Ademais, vale salientar ainda que, durante o Acordo de Paris em 2015 foi determinado a adoção de políticas que visem a redução dos gases de efeito estufa, dentre eles, o dióxido e o monóxido de carbono (CO2 e CO), ambos, produto da queima de combustível fóssil. Sob tal ótica, insere as Startups de transporte alternativo que viabilizam o deslocamento em pequenas distâncias sem emissão desses gases. Desse modo, torna-se possível coexistir a preservação ambiental e o uso de transporte paralelo aos convencionais. 
           Semelhantemente, o comodismo humano resultou, dentre tantas coisas, na sua incapacidade de perceber que para os hábitos modernos precisa-se de artifícios modernos. Isto é, segundo o site “Mobilize-se”, 60% dos deslocamentos em São Paulo estão entre 2km à 5km, haja vista os problemas do inchaço do trânsito paulista, a ignorância dos usuários de carro individual, por exemplo, prejudicam ainda mais os trajetos urbanos que poderiam ser realizados por bicicletas, patinetes, ou até mesmo a pé. 
          Destarte, torna-se necessário que o Governo se encarregue do aparato urbano para receber os novos modais que estão surgindo. Portanto, cabe ao Ministério do Transporte e ao Ministério da Educação (MEC) em parceria com as unidades federativas realizar obras e programas que acentuem a propagação do uso dos transportes sustentáveis em todo território brasileiro. Através de campanhas publicitárias nas escolas, empresas públicas e privadas, além de criar mais ciclovias, áreas de maior segurança com iluminação pública e postos policiais com o fito de aumentar adeptos as bikes, patinetes e ao deslocamento a pé e desse modo reduzir os impactos ambientais resultantes da queima de combustíveis não renováveis além de sanar os entraves do inchaço do trânsito.