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    As intensas mudanças propiciadas pela 2° Revolução Industrial que intensificou os meios de produção tiveram como consequência o aumento no número de fabricação de carros, que utilizou como método de produção o Fordismo, mais precisamente, produção em massa. No Brasil, o meio de transporte mais utilizado é o rodoviário que possui problemas de estruturação, engarrafamento, superlotação e má qualidade de transportes públicos. Porém, com ajuda da Revolução tecnológica, métodos alternativos surgiram para amenizar os problemas, mas questões de segurança ainda entram em debate.
        Primeiramente, a forma majoritária do uso de transporte rodoviário não é propício, pois o extenso território brasileiro dificulta e encarece a manutenção, tanto em rodovias, quanto em pavimentação de cidades. A má qualidade do asfaltamento aumenta a vulnerabilidade de danificação e até mesmo acidentes envolvendo os vários tipos de transporte que o utiliza. A disponibilização de métodos alternativos como a bicicleta e a patinete pelas empresas, além de facilitar a locomoção nas grandes cidades, corrobora para a diminuição da emissão de dióxido de carbono, gás emitido pela queima de combustível nos carros, porém acidentes envolvendo esses meios vem crescendo, tanto pela falta de estruturação das ruas, quanto por negligência dos usuário relacionadas aos equipamentos de segurança.
        Além disso, nas grandes cidades, o alto número de pessoas, que na maioria das vezes se locomovem por transportes públicos ou carros individuais sofrem, devido a superlotação e engarrafamento, respectivamente. Novos meios que ajudam na diminuição dessas problemáticas são carros solicitados por aplicativos, como Uber e o 99, que propiciam a diminuição do trafego de carros individuais e proporcionam maior conforto ao passageiro, tendo como consequência a  amenização de ambos os problemas. Porém, impasses entre regulamentações do aplicativo dificulta a vigência desses métodos tecnológicos, prejudicando também o consumidor.
        Enfim, fica evidente os benefícios que essas inovações proporcionam para os usuários e as facilidades que atribui contra o precário sistema de transporte brasileiro. Contudo, ainda sofre restrições que devem ser findadas. Sendo assim, fica a serviço do Governo, por meio do Ministério do Transporte e suas secretarias, melhorar as pavimentações e aumentar o número de ciclovias, proporcionando maior segurança aos usuários e também facilitar a regulamentação de empresas inovadoras com condições necessárias relacionadas a segurança pessoal para evitar transporte clandestino em vigor. Tudo isso, a fim de aumentar o conforto e segurança da população que os utilizam.