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    Em meados do século XX ,após a Segunda Guerra Mundial, o mundo transforma-se drasticamente por conta da criação de novas tecnologias que visam solucionar os problemas existentes. Logo, no Brasil, após o crescimento exacerbado das grandes cidades, aflora-se novas oportunidades para empreender com o uso da tecnologia. Em virtude disso, surgem as Startups com foco na mobilidade urbana, que contribuem para a redução da emissão de CO2 e também para a diminuição do tráfego de veículos nas grandes cidades. 
     Em primeiro lugar, as E-moving (Startups de mobilidade urbana), colaboram para a redução de gás carbônico na atmosfera.Segundo a revista Exame, a cada ano deixa-se de emitir cerca de 9000 toneladas de CO2 e outros gases tóxicos na atmosfera, por conta do uso de bicicletas e patinetes elétricos fornecidos pelas E-moving. Logo, essa alternativa de transporte urbano torna-se uma opção sustentável que preserva o meio ambiente e a saúde da população. 
          Segundamente, os congestionamentos nas grandes capitais geram um alto nível de estresse, o que diminui a qualidade de vida da sociedade. Conforme o portal de notícias G1, os paulistas perdem 2 meses de vida, por ano, por conta dos engarrafamentos. Em virtude disso, a utilização dos serviços fornecidos pelas E-moving possibilitam a prática de atividades física (com o uso das bikes elétricas)e, ao mesmo tempo, diminuem a quantidade de veículos nas ruas.
          É evidente,por tanto, que as Startups contribuem para a preservação do Meio ambiente e reduzem a quantidade de veículos nas ruas. Porém, cabe ao Governo Federal, estimular os microempreendedores, por meio de programas que auxiliem a criação de novas tecnologias e serviços, fornecendo apoio financeiro, jurídico e comercial. Com isso, tornando o Brasil um país exportador de ideias, projetos e serviços que tornam a vida humana mais prática e, ao mesmo tempo, preservando o meio ambiente.