Enviada em: 26/08/2019

No Brasil, na década de 50, no governo do Ex Presidente Juscelino Kubitschek, foi implementada a industria automobilista no Brasil, e junto com ela, uma cultura em que ter um carro significava um bom status social. Atualmente, entretanto, carros existem em números exorbitantes em todo o Brasil, poluindo o ar e causando um enorme congestionamento. Nesse sentido, é necessário avaliar as causas desse problema no país.  Inicialmente, é valido ressaltar que a poluição do ar no Brasil se faz pela supérfluo quantidade de carros, que transportam poucas pessoas e poluem muito.De acordo com uma pesquisa realizada pela OMS(Organização Mundial da Saúde), mais de 50 mil pessoas morrem todos os anos no Brasil em razão da poluição atmosférica. Desse modo, percebe-se que a contaminação do ar decorrente dos carros, favorece o uso de métodos alternativos de transporte.   Por conseguinte, o congestionamento consequente dos grandes números de carros são constantemente presentes nas megacidades brasileiras. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), o Brasil perde mais de 267% Bilhões de Reais por ano decorrente do extremo congestionamento em Cidades como São Paulo. Este cenário deve-se a falta de políticas que incentivem o brasileiro a usar métodos alternativos de transporte, como o ônibus, ou patinetes elétricos. Assim, percebe-se que a falta de políticas urbanas prejudica a estabilidade da economia brasileira.   Portanto, fica evidente que o elevado número de carros no Brasil é prejudicial a economia brasileira e a vida do cidadão. Logo, faz-se necessário que o Estado, em parceria com o MinC, por meio de verbas governamentais, incentive o uso de transportes populares como ônibus e transportes não poluentes tais como patinetes e bicicletas elétricas. Dessa forma, haverá a promoção do uso de métodos alternativos de transporte, com efeito, a diminuição da poluição atmosférica e congestionamento em território brasileiro.