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    Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um ser se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando o assunto é o uso de agrotóxicos, muitas vezes, essa mobilização não é vista. Nesse contexto, deve-se analisar os problemas para a saúde humana e, também, os impactos ambientais.
      Nesse sentido, ressalta-se os problemas de saúde oriundos pelo uso de agentes defensivos. Nesse viés, conforme a primeira lei de Newton, sem uma força exercida sobre um corpo a tendência é permanecer em seu estado natural. De maneira análoga, é possível perceber que poucas ações são concentradas para diminuir o uso de agrotóxicos, e dessa forma gera problemas para a saúde dos consumidores e trabalhadores como, por exemplo, intoxicação, câncer, alergias e doenças cardíacas.
      Ademais, salienta-se que os impactos ambientais é um impulsionador desse impasse. Ainda sob ângulo, a filósofa Hannah Arendt, com o conceito "a banalidade do mal", afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Desse modo, o uso de agentes defensivos é visto como algo comum, porém representa um grande mal para o meio ambiente. Haja vista que, com a utilização dos agrotóxicos comumente pode afetar o solo, rios e, também, lençóis freáticos.
      Portanto, mediante os fatos expostos, medidas devem ser tomadas, a fim de melhorar o panorama em questão. Destarte, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, juntamente com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, devem intensificar a fiscalização e controlar o uso desses agentes defensivos, visando diminuir a quantidade utilizada, assim reduzindo is danos causados nos seres humanos e no meio ambiente. Outrossim, o Ministério da Saúde, deve promover campanhas nos meio de comunicação social como, por exemplo, em redes sociais e telenovelas, com intuito de sensibilizar a população obter alimentos orgânicos sem o uso de agrotóxicos, assim tendo uma melhorar na qualidade de vida e reduzindo os danos causados na saúde.