O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

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    O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo Segundo a Constituição Federal é direito de todos um meio ambiente “essencial à sadia qualidade de vida”, isso evidencia uma deficiência de mudança de postura no que tange ao uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo, pois na indústria agropecuária, o uso desses defensivos agrícolas viola o trecho caput pautado no Artigo 225. Tal situação é originada devido a duas causas principais: a aplicação predatória e a mão de obra pouco qualificada. Com isso, é urgente unir-se governo e sociedade para amortização da referida problemática. 
          À guisa de Hannah Arendt, “a essência dos direitos humanos é o direito a ter direitos”. Nesse contexto, o uso de defensivos no Brasil e mundo, por ser um problema que está fortemente ligado à aplicação predatória, na qual além de exterminar os insetos, intoxica os trabalhadores e se acumula de maneira nociva nos produtos agrícolas, encaixa-se perfeitamente nas palavras da filósofa, já que tal química causa dano à saúde; exemplo disso, são pesquisas feitas pela Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, que revela índices altos de pesticidas em frutas como maçã e morango; oque gera sérias consequências como altos gastos do governo com o tratamento desses indivíduos. Dessa forma, incrementar fiscalização nesse âmbito é relevante para mudar esse quadro. 
            A posteriori, a mão de obra pouco qualificada é um importante tópico fomentador desse problema. Essa conjuntura valida-se no fato de que, dados da Universidade de Campinas expõe que proletários pouco qualificados atuam nos campos do agronegócio e essa falta de especialização os deixa vulneráveis a se contaminar, além de contaminar o solo e as frutas, por não usar de forma adequada os defensores agrícolas; em decorrência disso, há um número crescente não só no Brasil, mas também no mundo de pessoas se envenenado por isso. Assim, investir na qualificação desses indivíduos torna-se imprescindível para a redução dos efeitos negativos de pesticidas. 
           Infere-se que aplicação predatória e a mão de obra pouco qualificada são, portanto, importantes vetores dessa problemática. Para desconstruir esse panorama é imperativo que o Estado intensifique as fiscalizações nas fazendas que utilizam agroquímicos, com a contratação de mais funcionários em instituições como a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, com fito de abranger, aplicar as penas previstas na Constituição e desse modo reduzir o uso exagerado desse produto; concomitantemente, o Ministério da Agricultura junto aos latifundiários devem criar programas de qualificação dos trabalhadores do campo, que os ensinem a manusear os equipamentos e aplicar quantidades aceitáveis de pesticidas nas plantações, com objetivo de reduzir o número de intoxicação e desqualificação nesse âmbito. Pois, assim, será mais fácil combater o dilema do agrotóxico.