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    Relativo ao uso de agrotóxicos usados no combate às pragas que assolam a agricultura, é possível destacar tanto aspectos positivos quanto negativos. Se, por um lado, o uso excessivo de agrotóxicos é um atentado à preservação do meio ambiente e à saúde dos seus trabalhadores e consumidores; por outro, o aumento desenfreado da população mundial incentiva a busca por agrotóxicos biológicos menos tóxicos, desenvolvendo-se ciência e tecnologia para o bem.
          O agrotóxico não está presente apenas na comida ingerida, mas há também contaminação do lençol freático, possibilitando um desequilíbrio na flora, fauna e toda cadeia alimentar. Além disso, é preciso um estudo detalhado da consequência que o manuseio de um produto químico tem na saúde humana antes de se cogitar seu uso. Os frutos de tal irresponsabilidade serão colhidos no futuro, sendo talvez tarde demais para reverter a situação, ocasionando uma calamidade na saúde pública. O DDT, por exemplo, um dos agrotoxicos mais conhecidos no mundo, é altamente cancerígeno e após anos de sua utilização é que os sintomas apareceram, levando à morte milhares de pessoas.
          No entanto, outro aspecto a ser considerado é o aumento exponencial na população mundial. Para alimentar os indivíduos, cada vez mais é necessário se produzir comida e o uso de agrotóxicos corrobora para isso. Dessa forma, cientistas são incentivados a pesquisar agrotoxicos biodegradáveis que aumentem a produção e, ao mesmo tempo, não poluam o meio ambiente.     
          É papel do governo, portanto, incentivar o desenvolvimento de pesquisas científicas e manter uma fiscalização rígida na utilização de agrotóxicos, priorizando sempre a saúde e o meio ambiente, ao invés do lucro. 
    
    
    
    
    
    podendo haver mudanças em cadeias alimentares,