O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

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    O aumento populacional mundial nos últimos séculos demandou uma maior produção alimentícia capaz de sustentar a todos. Nesse contexto expansionista, para viabilizar o processo, fez-se necessário à inserção de agrotóxicos como auxiliares no combate a pragas. Entretanto, recentemente, tais produtos vêm sendo utilizados de forma indevida e excessiva, causando danos à saúde humana e ao meio ambiente.
              Primeiramente, observa-se que o Brasil é o terceiro maior consumidor de agrotóxicos, segundo o site do Senado Federal. Uma das consequências desse consumo sem precedentes é a contaminação de alimentos com resíduos acima do permitido ou ainda proibidos pelo Ministério da Agricultura que serão ingeridos pelo consumidor. Dessa forma, a má administração dos defensivos agrícolas age diretamente na saúde humana, ocasionando problemas a curto, médio e longo prazo, que vão desde náuseas, irritação de mucosas até lesões hepáticas e cerebrais, quando ocorre exposição prolongada ao produto.
               Em segunda análise, nota-se que a aplicação de insumos agrícolas gera um ciclo vicioso. Devido ao uso indiscriminado e constante, as pragas no território brasileiro se tornaram mais resistentes, o que demanda um consumo cada vez maior ou produtos cada vez mais tóxicos. Diante disso, os solos tupiniquins apresentam cada vez mais contaminação, bem como as aguas, e a resistência de pragas junto com a contaminação de animais naturais de determinada região agrícola, são evidencias do desequilíbrio ecológico. 
        Destarte, é possível observar que o uso de insumos agrícolas é realmente importante para a população, desde que utilizado com as devidas precauções. É necessário que o Ministério da Agricultura enrijeça seu regulamento quanto à distribuição do uso de agrotóxicos e a análise de resíduos em amostras de cada alimento que chega a mesa do consumidor, de modo a aplicar altas multas e veto da produção agrícola àqueles que extrapolarem o uso de defensivos. Dessa forma, o agronegócio será viabilizado sem causar tantos danos ao ecossistema