O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

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    O Brasil por muito tempo viveu sob a depêndencia da agricultura primária, tendo seu começo no século XV com o plantio da cana de áçucar e a exportação do produto ao exterior. Na década de 60 tendo como prioridade o avanço economico, implantou-se de forma irresponsável o uso de agrotóxicos nas frutas e verduras apresentando-se como justificativa uma maior demanda para suprir a exportação. Entretanto, consequências podem ser analisadas, entre elas o aumento do câncer, a toxicidade nos órgãos fundamentais e a devastação do meio ambiente, especialmente das reservas de águas doces como os aquíferos e rios. 
           Em primeira análise, do ponto de vista economico há sempre vantagem, visto que com o uso desse produto há diminuição de pragas nas plantas, aumentando a quantidade de alimentos bons para a venda, consequentemente aumentando a expansão dos seus mercados e o lucro dos agicultores. Entretanto, olhando de uma forma biológica é notório o acrescimento do número de pessoas que adquiriram câncer, dado que o consumo do produto de forma corriqueira expande o número de toxinas na corrente sanguínea, levando a formação de tumores, evidentemente esse processo é de forma gradual. Além do mais, rios, aquíferos e vegetações sofrem com as toxinas levando a devastação das espécies vegetais e animais, diminuindo a flora e a diversidade do Brasil.
           Indubitavelmente, no século XX houve o processo de modernização da agricultura no país, para aumentar os lucros e a vinda de empresas privadas para o Brasil foi necessário reduzir as taxas de fiscalização dos campos e baratear o custo das empresas. É evidente que o estado tornou-se o ''paraiso dos agrotóxicos'', porém o Ministério da Saúde relatou que 70% dos alimentos brasileiros são contaminados o que claramente trás consequências. Fiocruz em parceira com a Universidade Federal do Mato Grosso coletou o leite materno para estudos e observou que 100% do leite materno era contaminado e que  85% possuia dois tipos de agrotoxicos. É claro a irresponsabilidade social. 
           Diante dos fatos, é nécessário que haja a interferência social e política nessas decisões. É indispensável que o Governo Federal faça parceria com as televisões para a criação de uma propaganda que explicite os perigos do agrotoxico nos solos, fauna, flora e para o ser humano, usando como exemplos casos de contágios.Outrosssim, o Ministério da Educação deve incrementar no currículo do ensino médioo debate intradisciplinar, entre alunos e professores, estimulando o senso crítico dos adolescentes, informando e expondo os pontos importantes do assunto, para que dessa forma os estudantes estejam cientes do que estão consumindo. Dessa forma, havera uma maior rede de informação para a população.