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    A agricultura é um dos pilares da economia brasileira desde os primórdios da colonização. Com os avanços tecnológicos, foi possível elevar a produção além de, com o uso de defensivos agrícolas, evitar possíveis pragas na plantação. Entretanto, devido à falta de fiscalização nos campos, a utilização dos agentes químicos está sendo feita de maneira excessiva, agravando os casos de morte e levando veneno para as mesas da população no lugar do alimento saudável.  
      Os riscos à saúde são alarmantes, desde intoxicação, que pode ocasionar problemas respiratórios até casos de morte. Dados, do site R7, mostram que o índice de trabalhadores que vêm a óbito elevaram-se devido ao aumento do uso de agrotóxico, que em países da União Europeia e EUA já são proibidos. Portanto, intensifica-se a necessidade da fiscalização e de leis rígidas que assegurem a integridade física e os direitos do empregado.
      Não obstante, com apoio da bancada ruralista, está em votação a mudança de lei que permite elevar a quantidade do uso de agrotóxico, sendo o Brasil o país que, atualmente, é o maior consumidor de defensivos agrícolas do mundo. Infere-se portanto, que devido os riscos conhecidos, como mutações genéticas, que favorecem o câncer, e os desconhecidos,  os agricultores brasileiros e as Autoridades estão prevaricando na saúde  da população em prol do lucro. 
        Devido aos fatos supracitados, faz-se necessário a ação do Poder Legislativo implantando leis que respaldem a segurança do trabalhador no campo além de inserir uma rígida fiscalização passível de multa aos agricultores que não as cumprir. Paralelamente, é preciso que o Ministério da Saúde intervenha justificando por meio de pesquisas os malefícios de elevar a quantidade de agrotóxico afim de evitar a aprovação da nova lei. Como alternativa, o Governo deve investir em tecnologia e pesquisas para obter novos meios de proteção à plantação e assim, garantir alimentos saudáveis para a população sem prejudicar a agricultura do país.