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    A agricultura obteve um papel essencial na vida humana, quando o homem deixou de ser nômade e descobriu o plantio de alimentos. Desde então, a forma de plantio passou por certas modificações, como a mecanização do campo e, principalmente, o uso de agrotóxicos nas lavouras que, a princípio, possui a intenção de manter insetos indesejados longe das plantações. Em contrapartida, podem causar sérios problemas para a saúde de indivíduos que consomem diariamente alimentos com agrotóxicos.
       Nesse contexto, de acordo com o jornal "El País", o Brasil usa defensivos agrícolas em 70% de seus alimentos, o que demonstra claramente o uso descontrolado, não levando em conta suas consequências futuras na saúde da população. Além disso, muitos grãos plantados nas lavouras como a soja e o trigo, são geneticamente modificados, ou seja, grãos trangênicos, e que também podem ser prejudiciais à saúde.
       Ademais, o consumo excessivo de alimentos que foram cultivados em lavouras com o uso de pesticidas podem causar intoxicações agudas ou crônicas, e até mesmo podendo desenvolver um câncer. Desde 2008 a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), vem alertando sobre o uso desenfreado de agroquímicos no país. Apesar disso, de 2008 até a contemporaneidade, o Brasil ocupa o 1° lugar no ranking mundial em consumo de agrotóxicos.
      Fica claro, portanto, os males que o uso de pesticidas pode trazer ao ser humano, além de seu consumo descontrolado. Dessa forma, faz-se necessário o aumento da produção de alimentos orgânicos, sem nenhum tipo de agrotóxico, esse aumento de produção pode ser viabilizado por meio da liberação de verbas do Governo Federal destinado às empresas de agronegócio para a contratação de mão de obra, realizando o plantio direto na terra e, dessa forma, aumentando gradativamente sua produção e diminuindo o uso de agroquímicos na agricultura brasileira.