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    Problemas neurológicos, distúrbios de comportamento e câncer diversos são algumas doenças relacionadas ao uso indiscriminado de agrotóxicos, segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Fato ainda mais alarmante ao considerar-se que o Brasil está entre os 10 países que mais consomem agrtóxicos no mundo, de acordo com os dados divulgados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Os impactos ao meio ambiente e a saúde humana pelas altas concentrações de tóxicos nocivos é resultado da fragilidade legislativa, ineficiência da fiscalização brasileira e a falta de punição dos infratores.
     É incontestável a debilidade das leis acerca do uso de agrotóxicos, visto que, 14 defensivos agrícolas proibidos mundialmente tem o uso permitido no território brasileiro, empobrecendo os solos e degradando o meio ambiente. Segundo Albert Schweitzer, "Vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo", logo a ganância humana ao se planta mais e colher o mais rápido tem resultado no uso inapropriado dos agrotóxicos, que por consequência, altas concentrações dessas substâncias tem sido encontradas nos produtos in natura, esse fato tem alarmado as instituições competentes, principalmente, as de saúde pois pesquisas realizadas pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) 8 pessoas são intóxicas diariamente por agrotóxicos, e em casos extremos causando até a morte.
     Além disso, de acordo com o jornalista brasileiro Carlos Lacerda " A impunidade gera a audácia dos maus", logo, os poucos casos de legítima aplicação da lei tem dado a sensação de que pode-se agir livremente com agrotóxicos contrabandeados e em altas dosagens, na ideia errônea de que não serão punidos, ademais, outro fator que contribuir para a fixação dessa ideia é a falta de fiscalização efetiva e presente nas fazendas de agricultua por tudo o país fazendo com que pesticidas proibidos sejam utilizados, colocando trabalhadores, consumidores e meio ambiente como reféns dessa irresponsabilidade.
     Dessa forma, medidas são necessárias para reverter os danos causados pelos agrotóxicos. Cabe ao Ministério da Agricultura promover fiscalizações, como visitas regulares as fazendas agricultoras para punir os culpados caso houver irregularidades, ademais, cabe ainda ao Ministério da Agricultura adjunto ao Governo Federal criar menicanismos para implanta a agroecológia no Brasil, como incentivos fiscais para fazenda que tenha uma produção mais ecológica. Ainda mais, é dever do Ministério da Saúde promover campanhas nas "mídias televisivas" de conscientização acerca dos problemas de saúde relacionados aos agrotóxicos, logo, essas medidas ajudaram a reduzir os impactos dos pesticidas.