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    Historicamente, o brasil não oferecia uma educação considerada acessível para todos os cidadãos, sendo assim uma das grandes causas de desigualdade social do país. No entanto, com a criação de programas educacionais, como: EAD (Educação à Distância), bolsas, etc; essa veracidade vem sendo alterada.
     Desde sua conceituação oficial em 2005, a EAD vem atingindo diversas extensões territoriais no Brasil. Para as pessoas que não cogitavam cursar uma faculdade, talvez pela disponibilidade, custo ou descolocamento. Hoje podem estimar um futuro diferente. A capacidade de integração com outros sistemas de informação, interatividade, dinamismo e sua grande difusão, são fatores que contribuem para mais empresas e professores alcançarem novos públicos. 
     Apesar da formação superior presencial ou à distância não ser garantia de emprego, essa mesma possui a menor taxa de desemprego do país com 6,2% em relação ao ensino médio completo 13,0% segundo dados do IBGE-2018. Sendo portanto, um grande diferencial no currículo por ter possibilidade de especialização e por seu reconhecimento.
     Diante dos fatos supracitados, tem em mente que se antes alunos, professores, empresas se restringiam a alcançar novos objetivos, à EAD os permitiu atingir uma gama maior de conteúdos em inúmeras localidades. Gerando resultados positivos para ambos. Portanto, a Educação à Distância no Brasil se mostra em fase de crescimento, mas é algo que possui suas perspectivas inovadoras e transparência inclusiva, tornando-se um diferencial para aqueles com a formação superior.