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    O desenvolvimento da agricultura ao redor do mundo fez o uso dos pesticidas no campo tornar-se comum, inclusive, no Brasil. Porém, é indiscutível que o uso dos agrotóxicos sem controle governamental traz consequências não só à saúde humana, mas também à natureza.
         Em primeiro lugar, vale ressaltar que o uso indiscriminado de compostos químicos no campo é prejudicial ao ser humano. Isso acontece, porque o manuseio incorreto desses compostos na lavoura pode envenenar os produtores e, também, o consumidor final do alimento. Além disso, é notório que criancas e adultos, muitas vezes, por falta de emprego aceitam manusear defensivos agrícolas sem nenhuma proteção adequada. Infelizmente, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a exposição crônica à ingredientes ativos com essa substância pode causar, além do câncer, infertilidade, impotência e abortos. 
        Ademais, nota-se, ainda, que a utilização dos biocidas também polui o meio ambiente. Nesse sentido, segundo o IBGE, cada hectare cultivado no Brasil recebe cerca de 6,9 quilos de pesticidas. Enquanto isso, substâncias desconhecidas são vendidas e usadas livremente sem fiscalização adequada. O 24d, por exemplo, é um dos ingredientes do "agente laranja", usado pelos EUA durante a guerra do Vietnã. Assim, consequentemente, além de poluir o lençol freático, o solo pode sofrer contaminação, tornando-o improdutivo.
       Portanto, é preciso buscar uma melhor interação do homem com a natureza. Cabe ao Ministério da Agricultura em parceria com o Governo Federal fomentar a produção de alimentos saudáveis, através da criação de políticas públicas, e incentivos fiscais no campo com a inserção da agroecologia orgânica como meio de produção alternativo. Outrossim, cabe ao Ministério do Trabalho em parceria com a Anvisa fiscalizar condições de trabalho errôneas, através da suspensão das áreas agrícolas ilegais, além de apreender o material químico proibido, aplicando multa por irregularidade.