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    A degradação silenciosa alimentícia
          A questão do uso de agrotóxicos no Brasil, pode-se ser explicada pelo processo de Revolução Verde ocorrida no mesmo lugar. Tal acontecimento, teve como primórdio abandonar a técnica tradicional de agricultura e aprimora-lá com com máquinas, tecnologias para plantio e o uso de pesticidas. O remédio possuía ação de evitar que a colheita adoecesse ou fosse invadidas por pragas e pestes. 
          Em razão disso, segundo dados do EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), o Brasil é o terceiro maior país que utiliza produtos químicos para alterar a composição dos alimentos. Contudo, deve-se se esclarecer que tal recurso quando é explorado em excesso acarreta inúmeros riscos à flora e para quem consome. Os rios, ficam poluídos e esgotados de componentes tóxicos em suas águas, afetando a vida marinha do local. Intoxicações alimentares e constituintes químicos que fazem mal à saúde se acumulam nos órgãos corporais enquanto os consumidores acham que estão comendo frutas e legumes ''altamente nutritivas''. 
           Para possuir o parâmetro econômico estável e diminuir os gastos no setor agrário, a sociedade é envenenada diariamente em suas refeições. O orgânico, alimento puro, possui preço superior igualmente a sua qualidade, porém ainda é distante da realidade monetária brasileira. As sementes modificadas infertilizam o solo, deixando-o pobre de nutrientes e isso possui um efeito ''bumerangue'' na saúde pública, que se vê imerso a doenças gástricas e intestinais.
       Conforme leis Newtonianas, a tendência dos corpos é permanecer do jeito que estão até que uma força atue sobre eles. Assim sendo, vê-se necessário a redução de agrotóxicos para a substituição a rotação de culturas. A câmara deve elaborar projetos de lei que priorizem a causa, colocando limites para o uso do composto a fim de prosperar a alimentação da comunidade e assegura-los de seus direitos.