O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

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    O Brasil foi utilizado pelos portugueses como colônia de exploração, por consequência a terra sempre foi concentrada nas mãos dos súditos próximos do trono Português. Como resultado, a terra permanece má distribuída nas mãos de poucos agricultores que ditam o ritmo do agronegócio. Em virtude de suas ambições, sempre a procura de aumentar a produção e o lucro, imprimem políticas nocivas ao meio ambiente e à saúde da população.
          Com a finalidade de obter-se maiores receitas, os defensivos agrícolas são aplicados. Porém, órgãos de fiscalização têm encontrado excessos de biocidas em plantações. Com efeito, os ciclos biogeoquímicos sofrem alterações, os solos enfrentam a lixiviação (ficam sem fertilidade), as toxinas acabam nos rios em função das chuvas e há um desequilíbrio na cadeia alimentar. Por conseguinte, a biodiversidade dos ricos biomas brasileiros está sendo destruída e até mesmo o futuro agrícola encontra-se ameaçado.
          Além disso, há o contato e intoxicação das populações humanas por causa dos agroquímicos. Neste âmbito, os trabalhadores rurais são os mais afetados por doenças como o câncer e a depressão. Essas, são consequências dos contato frequente com venenos, por vezes sem a proteção adequada. Ademais, a constante pressão da bancada ruralista por redução da fiscalização estatal evidencia a ganância e o desejo latifundiário de aumentar seus lucros.
          Portanto, visto que os pesticidas utilizados de forma equivocada pelos ávidos latifundiários podem causar efeitos catastróficos, são necessárias algumas medidas. Para isso, o governo por meio do ministério do desenvolvimento agrário deve criar um órgão fiscalizador com a intenção de visitar as produções para conferir se o uso dos agrotóxicos estão dentro dos limites permitidos pela lei. Por fim,a sociedade pode por intermédio do TSE, investigar as raízes das doações recebidas pelos candidatos com o intuito de inibir a atuação de políticos com interesses agrários-capitalistas.