O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

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    O feudalismo foi o responsável pela expansão agrícola, e posteriormente a revolução industrial introduziu no mercado o agronegócio. Nesse contexto, houve o aumento da produção alimentícia e consequentemente foi necessário o uso de agrotóxicos contra pragas. Porém, recentemente o uso de tais produtos têm sido indevido, causando impactos tanto ambientais quanto o comprometimento da saúde da população.
       Primeiramente, observa-se  que o Brasil é o terceiro maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Esta posição deve-se a grande quantidade plantações presentes no território brasileiro, sendo assim, necessária a utilização de herbicidas para proteger os alimentos de pragas indesejáveis, entretanto, o agricultor têm utilizado com muita frequência e quantidade exacerbada e por consequência contamina o solo com resíduos químicos e além disso, estes em grandes quantidades ocasionam a infertilidade do solo.
       Em segunda análise, nota-se que os agroquímicos representam a terceira maior causa de intoxicação no Brasil. Isto ocorre porque os agricultores que pulverizam as lavouras não utilizam os devidos equipamentos de proteção individual (EPI) e no momento em que entram em contato com os defensivos agrícolas se intoxicam, ocasionando diversos sintomas. Por consequência do uso continuo de tais produtos tóxicos ao organismo, as chances de desenvolver câncer aumentam em 38%, assim como má formações em fetos e distúrbios neuro-psicológicos.
       Devido ao uso excessivo de agrotóxicos e aos efeitos negativos que estes trazem, portanto, medidas são necessárias para suprimir tais consequências. Desse modo o Ministério da agricultura deve proibir grande parte dos agrotóxicos que são utilizados normalmente no Brasil assim como foram estritamente banidos da União Europeia e Estados Unidos da América com o fim de impulsionar a agricultura orgânica e hidropônica, se tornando assim, livre de agrotóxicos . Ademais, já que a escola tem um papel primordial na educação do indivíduo, é imprescindível que ela interfira também em sua educação alimentar, através de aulas de biologia sobre o valor nutritivo dos alimentos e o desencadeamento de doenças causadas pelos agrotóxicos tanto em quem cultiva quanto quem consome. Como muitos alunos e funcionários se alimentam na escola, é importante que haja um cardápio saudável  livre de agrotóxicos desenvolvido por nutricionistas, que, eventualmente, poderiam dar palestras ao pais e alunos sobre alimentação saudável e alimentos orgânicos com o propósito de alertar à população em relação aos perigos que podem ser evitados devido aos pesticidas presentes em alimentos contaminados. Dessa maneira, visando a melhora da qualidade de de vida e do meio ambiente.