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    "A injustiça que se faz a um é uma ameaça a todos''. Dessa forma,o pensamento de Montesquieu,filósofo francês,símbolo do ideal iluminista e defensor de uma justiça igualitária a todos,permite-nos refletir,hodiernamente,a respeito da injustiça sofrida pelas famílias que são intoxicadas durante a alimentação.Nesse sentido,convém analisarmos as principais causas e consequências do uso de agrotóxicos na sociedade brasileira.
      É indubitável que o aumento da produção quando utiliza-se agrotóxicos em conjunto com a falta de fiscalizações nas zonas rurais,constituem-se nas principais motivações para essa realidade tão vigente no país.Visto que,segundo pesquisas publicadas no portal de notícias G1,os produtores relataram ter aumentado a colheita em mais de 50% utilizando o produto.Esse fator somado aos demais atuam em um fluxo contínuo e favorecem na formação de um problema social com dimensões cada vez maiores.
      No que se refere ao impasse,destaca-se como consequência o prejuízo a saúde da população brasileira.Haja vista que,de acordo com o jornal Folha de São Paulo,entre os anos de 2015 a 2017,houve um aumento de 45% nos casos de intoxicação alimentar por conta do uso de produtos químicos nos alimentos ''naturais''. Logo,fica claro que o uso demasiado de agroquímicos nas plantações representam uma chaga social que requer imediata resolução.
      Sendo assim,é evidente que a luta de Montesquieu por uma justiça equânime permanece viva em nossos dias.Portanto,o Ministério da Agricultura em parceria com a Organização Mundial da Saúde devem tomar medidas para atenuar o uso excessivo de agrotóxicos,por meio da realização de fiscalizações nas zonas rurais,com o envio periódico de engenheiros agrônomos que realizem testes para detectar uso excessivo do produto nas plantações.A fim de que os brasileiros não vivam na realidade das sombras,assim como na alegoria da caverna de Platão.