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    O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo é tema de debate por várias instituições governamentais e não governamentais. Nesse contexto, a grande indagação é se os agrotóxicos tem relação direta com doenças como, por exemplo, o câncer. Além disso, há uma preocupação de setores ligados ao meio ambiente sobre a relação dos agroquímicos com os danos ambientais. Contudo, seu uso evita diversas pragas nas plantações. Isso deve ser solucionado o quanto antes, uma vez que a vida está acima de qualquer interesse do setor privado.
      Em primeira análise, ainda não há nenhuma comprovação de que os agrotóxicos tem relação direta com doenças ou com danos ambientais. Nesse sentido, há apenas especulações sobre o uso de agroquímicos, principalmente no Brasil que é o terceiro país do mundo que mais consome agrotóxicos. Diante disso, é fundamental que o Estado invista em projetos de extensões em universidades, visando solucionar esse enigma que atormenta milhões de pessoas no Brasil e no mundo.
       Em segunda análise, sabe-se que os agrotóxicos foram desenvolvidos para controles de pragas entre outros problemas que prejudicava a agricultura. Dessa forma, até hoje esse argumento é usado por defensores desses mecanismo de controle de epidemias agrícolas. A partir disso, o Estado, através de acordos com a bancada ruralista no congresso nacional, regulamentou o uso desse meio. Entretanto, para uma maior segurança da saúde da população, é fundamental a comprovação científica de que os agrotóxicos não tem interferência com doenças ou danos ambientais. 
        Portanto, o Estado, urgentemente, deve investir em pesquisas científicas, por meio de projetos de extensões, a fim de solucionar os mistérios por trás dos agrotóxicos. Somente assim, através de comprovações da ciência, que a população passará a compreender o uso de pesticidas. Contudo, se for comprovada a interferência desses com a biodiversidade, seu uso deve ser proibido.