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    Desde a Revolução Industrial o grande foco do mercado foi o aumento da produtividade e do lucro. No Brasil, atualmente, o uso do agrotóxico visa esse mesmo fim, entretanto, essa prática tem trazido diversos danos sociais seja na saúde da população, seja pela visão industrial. Assim, é essencial analisar o quadro que se encontra a nação para realização da mudança.
        Segundo Marx, com o materialismo histórico, ele explica que as relações sociais são moldadas pela economia. Assim, o hipercapitalismo é uma das principais causas do uso intensivo de defensivos agrícolas por que, faz com que a produção seja maior com menor perdas naturais. Porém, conforme mostrado por médicos,essa substâncias são nocivas ao organismo humano e podem causar intoxicação e até mesmo câncer. Com isso, a busca pelo lucro junto ao individualismo dificulta o acesso a uma produção mais consciente e que não coloque pessoas em risco. 
        Além disso, outro fator que pode agravar o estado de saúde popular é a negligência do Ministério da Saúde em promover uma educação higiênica para a sociedade. Dessa forma, muitos desconhecem de técnicas de higiene do alimento que podem reduzir até 90% dos agrotóxicos no produto. Assim, por conta desse descaso não se atingir um ideal de qualidade de vida e contraria o pensamento de Platão que diz que o importante é viver bem.
        Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Primeiramente é fundamental que o Governo Federal reúna-se com líderes agrícolas e economistas para juntos formularem  novos modelos econômicos para o país, que leva em consideração trazer menos deterioração para a natureza e para o homem, assim, diminuindo as problemáticas causadas pelo foco apenas lucrativo. Ademais, é importante que o ministério da saúde junto aos veículos midiáticos criem propagandas televisionadas ,que mostrem a forma de higienizar alimentos ,com profissionais da área, para que dessa forma, a população evite contaminações circunstanciais.