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    De acordo com pesquisa divulgada e veiculada em mídia pela Universidade de Campinas, 1,5 milhões de trabalhadores rurais estão intoxicados. Os agrotóxicos, substância química que causa tal intoxicação, são usados para combater insetos e pragas existentes na produção agrícola. Além de prejudicarem os produtores, afetam também os consumidores. Nesse contexto, fica evidente que medidas devem ser adotadas a fim de controlarem o uso da substância que afeta tanto a saúde da população quanto o meio ambiente.
        Primeiramente, convém ressaltar que há falta de leis rígidas para diminuir significativamente os perigos causados pelos agrotóxicos. A ONU, por exemplo, comunicou o Brasil em relação à violação dos direitos humanos em relação ao uso da substância química. Segundo dados estatísticos, o país apresenta um crescente número do uso de agrotóxicos, presentes, principalmente, em alimentos com morango e alface, prejudicando, assim, os consumidores. Ademais, entre 1999 e 2012, o Brasil teve  mais de 114 mil mortes por intoxicação.
        Outrossim, o uso exacerbado de  agrotóxicos na produção afeta também o meio ambiente, uma vez que, devido as chuvas, podem ser levados até rios próximos ao plantio e  contaminar águas que podem ser usadas por animais aquáticos e seres humanos. 
        Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário a análise de leis que controlem o uso dos agrotóxicos nos alimentos, a fim de diminuir mortes e doenças causadas pelo seu uso. Cabe aos Ministérios da Agricultura e Saúde, além de representantes da comunidade rural, um consenso em relação à problemática em questão, uma  vez que, nos últimos anos, o número de mortes de crianças e idosos também é um fato recorrente e preocupante.