O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

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    "O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem". A declaração de Arthur Schopenhauer, filósofo alemão do século XIX, permite-nos refletir sobre como o uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada pela sociedade brasileira. Nesse aspecto, convém analisarmos as principais consequências para o agravamento dessa problemática. 
        Em uma primeira análise, pode-se ressaltar as alterações na saúde dos trabalhadores rurais que aplicam as substâncias nas plantações. Segundo dados do portal de notícias G1, estudos conduzidos por diversos órgãos de pesquisa demonstram que os agrotóxicos podem causar diversos tipos de câncer. Dessa forma, é inadmissível que o Estado se omita diante dessa questão e não busque acabar com a ausência de uma fiscalização quanto ao uso de produtos proibidos e também ao uso correto de equipamentos de proteção.
         Já em uma abordagem mais aprofundada, a Revolução Verde ocorrida a partir da do século XX trouxe consigo um aumento na produção de alimentos devido a utilização de tecnologias, entretanto, sabe-se que o uso indiscriminado de substâncias químicas é evidente no Brasil. Em vista disso, a falta de orientação de muitos agricultores propaga a ideia de quanto mais veneno melhor será, causam danos irreversíveis ao solo e também a saúde de consumidores e trabalhadores . Logo é válido indagar que o uso indiscriminado desses compostos é um fator atual , à vista disso fica clara a necessidade de atuação do governo sob a questão. 
             Uso de agrotóxicos, portanto, representa uma ameaça concreta não apenas aos indivíduos diretamente envolvidos como a todos os cidadãos que, indiretamente, também figuram como vítimas de seu legado. Nesse sentido, o Ministério da Agricultura deve impulsionar debates inacionais e o enfrentamento da concentração do poder econômico e influenciador das empresas que produzem essas substâncias, com o objetivo de estabelecer normas e regras que disciplinem a atuação das corporações transnacionais e dos grandes agentes presentes nas cadeias agroalimentares. Como resultado dessa nova perspectiva, espera-se diminuir a incidência de agrotóxicos nos alimentos.