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    O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo é um problema muito presente. Isso deve ser enfrentado, uma vez que, diariamente, pessoas  são vítimas dessa questão. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: capacitação dos agricultores e a fiscalização. Segundo a História, o agrotóxico na segunda guerra mundial era utilizado como arma química. Portanto algo deve ser feito para alterar esse cenário.
        Em primeira análise, o descaso estatal com a capacitação dos agricultores para utilização de agrotóxicos mostra-se um dos desafios preponderantes para a aniquilação desse impasse. Isso porque poucos recurso são destinado pelo estado para instrução dos agricultores. Dessa forma, a negligência do Estado, ao investir minimante na educação de profissionais da área rural, dificulta a diminuição do uso de agrotóxicos no Brasil, acarretando problemas maiores como casos de intoxicação que chega a 22 por dia. Fato comprovado por meio de dados divulgados pelo ministério da saúde.
         Em segunda análise, a escassez de fiscalização quanto a uso de agrotóxicos utilizados nas lavouras apresenta-se como outro fator relevante para a dificuldade em resolver esse objeção. Esse uso desmedido não é algo recente na história da humanidade: na década de 60, quando a revolução verde chegou no Brasil, por medidas adotadas pelas indústrias de agrotóxicos e o governo brasileiro, que o financiamento bancário para a compra de semente só seria possível se o agricultor comprasse também o adubo e o agrotóxico.  O uso de agrotóxicos, no entanto, reverbera os cultivadores atual, que considera que só é possível uma boa safra com a utilização excessivo de defensivos agrícolas, o que dificulta mudanças nesse quadro.
        Logo, medidas públicas são necessárias para alterar esse cenário. De acordo com Immanuel Kant,  o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Assim sendo, o MEC instituirá nas áreas rurais sobre a importância de reduzir o uso de agrotóxicos, apresentando outros meios, como métodos agroecológicos, que visa o equilíbrio, por meio de palestras e cursos que oriente os agrários. Ademais, é vital que aumente a fiscalização do uso agroquímicos, assim sendo o ministério da justiça deve elaborar leis mais rígidas para aqueles que excederem o limite do uso de agrotóxicos. A partir dessas ações espera-se a diminuição dos casos de intoxicações.