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    A revolução industrial foi responsável pela ampliação da agricultura e, sucessivamente, pela introdução do agronegócio. Tanto que, obteve-se um crescimento de produção alimentícia, e de modo consequente foi necessário o uso de agrotóxicos como ajudantes no combate a pragas e pesticidas que ameaçariam o plantio. No entanto, hodiernamente, esses produtos estão sendo utilizados de forma inadequada e exorbitante, justificando uma serie de transtorno ambientais, e implicando na saúde da população.
         No Brasil, de acordo com o site da ANVISA em 2012, a venda de agrotóxicos cresceu em 193%, fazendo com que o país fosse o maior consumidor de agroquímicos de mundo, equivalente a um percentual de 5,2 litros de venenos por habitante ao ano, um número muito alto quando comparado à produtividade agrícola desse território. 
        Ao contrário da Austrália, que atualmente é o país com mais utilização de agricultura orgânica no mundo, tendo 8 milhões ( site AKATU) de hectare do seu território ocupado por essa produção, respeitando o meio ambiente, e a saúde das pessoas em todo o processo de plantação.
        Contundo, fica entendido que o uso de agrotóxicos é extremamente prejudicial e não acrescenta de forma positiva a vida da população, já que os danos superam alguns possíveis benefícios. Portanto, é dever do Governo restringir a utilização o mais breve, tencionando uma proibição total e evitando complicações no cenário ambiental e humano. Logo, a sociedade deveria priorizar o uso de produtos e alimente orgânicos e agroecológicos, evitando então incidente com doenças causadas pela a utilização de agroquímicos. Destarte, o país não possuirá desgastes devido à negligência de grandes produtores e consumidores de pesticidas.