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    Ao analisar todo processo de formação e desenvolvimento da agricultura em meio a uma civilização, é notório que esta sofreu grandes mudanças, principalmente após a revolução verde, esta que trouxe consigo diversas inovações tecnológicas, com intuito de facilitar a rotina do homem moderno. Entretanto, o uso dos produtos químicos, infelizmente, são utilizados de forma exacerbada, causando graves problemas ambientais e comprometendo a saúde da população.
          Segundo o sociólogo Karl Marx, a sociedade está fragmentada em grupos, no qual existem os dominadores e os dominados. Essa ideia pode ser encaixada na própria problematização do uso contínuo de agrotóxico, em que as grandes empresas visam apenas no aumento de seus capitais, utilizando de seu poder para burlar as leis presentes nas constituições, deixando o cidadão não protegido pelo estado, a mercê de suas vontades.
          Vale ressaltar que o uso exagerado de pesticidas na produção alimentícia pode ser entendida de uma forma intencional pelas grandes empresas ligadas as industrias farmacêuticas, já que os produtos químicos em grandes taxas prejudicam a saúde da população e em muitos casos são responsáveis pelo aparecimento de novas doenças, o que leva a procura, em larga escala, por medicamentos comercializados, criando assim, um ciclo no qual essas empresas geram problemas e vendem curas para o ser humano, que pode neste caso ser comparado a amimais de laboratório.
          Por fim, torna-se essencial a busca por soluções permanentes para essa diretriz, a partir de uma fiscalização mais rígida, por parte do Ministério da Agricultura, em grandes empresas alimentícias com intuito de impedir violações do direito de cada cidadão à alimentação, além de buscar discutir e estabelecer normas para essas em favor da população. Somado a isso, os legisladores devem desenvolver leis que criminalize o uso excessivo dos agrotóxicos em produções agrícolas.